sábado, 20 de novembro de 2010

Memórias

Estava um dia lindo, o sol raiava, a areia estava quente e dourada. E eu estava deitada no calor que ela em mim transmitia. Abro os olhos e vejo que o mundo é lindo, a natureza perfeita, e questionava-me do que é que mais precisava. Mas não sabia que a resposta ao meu problema estava tão perto, ali, naquela praia.


                 Foi no momento em que me ia embora, quando guardava tudo para sair daquela perfeição que vieste ter comigo. Não sei se estava a brincar ao estava sério, aproximou-se e perguntou se lhe poderia dar o meu numero de telemóvel, mas não era para ele, era para um amigo que nem decorei o seu rosto, nem o seu nome, dei e pronto.
                Não demorou até receber uma mensagem do amigo, aquele que eu não me lembrava, pois o rosto do rapaz que falou não me saía da cabeça. Adolescente como era perguntei se me podia dar o número do rapaz e assim o consegui.
                Falávamos o dia todo, sem parar, pois existia sempre tema, tudo nele me fascinava. Mas eu era uma parvinha que tinha medo de se apaixonar, sim era. Quando ia à praia com os meus pais eu não ia ter contigo, apenas ficava a olhar para ti. Envergonhada mas contente por estares ali.
                Das mensagens passaram a ligações, ligações que demoravam horas e horas, sempre a sorrir, contigo sempre foi assim. Mas tu não irias aguentar ficar assim certo?
                O nosso primeiro beijo foi algo imprevisto, e eu fiquei assustada, muito assustada, e tu começavas a pedir desculpa por tê-lo feito, mas sabias que a partir desse dia algo iria mudar. Eu era ingénua sim, era inocente, sim, tinha medo, sim. Não me arrependo de nada, mas agora tu…
                Depois da traição eu perdoei, ainda hoje, passado anos, eu lembro-me de ti. Sempre que oiço a no nossa musica, sempre que vou àquela praia. Fizeste parte da minha vida. E nunca vou esquecer momentos.


Even though I really love you
I'm gonna smile 'cause I deserve to
(it'll all get better in time)
2008

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

♥ ||

  Sinto a tua falta. Pois, é isso, sinto mesmo. A nossa amizade era perfeita, era linda e pura. Mas eu tinha medo, medo de sentir algo mais que isso, medo de sofrer pelo sentimento.
  Eras a base da minha vida. Eras aquilo que me completava e que enchia o brilho dos meus olhos. As tuas palavras eram as certas, a tua voz era a que me acalmava.
  Agora não tenho nada.
  Não tenho o teu olhar, aquele que eu adoro.
  Não tenho a tua voz, aquela que me acalmava.
  Não tenho o teu sorriso, aquele que me intimidava.
  Não tenho as tuas palavras, aquelas que impediam que a mais pura lágrima que existisse pudesse cair do meu débil rosto.
  Suspiro por não puder abraçar-te, por não puder dizer que estás do meu lado.
  Não sabia aquilo que tinha, confesso, não sabia que tinha um dos maiores diamantes escondidos em pedras vulgares com que brincava. Joguei-as no mar, joguei-as sem saber que poderia ser feliz com elas. Confesso que se soubesse o que tinha, se soubesse o que estava escondido nas pequenas e inocentes pedrinhas, guardaria-as para mim, não num cofre, não num colar ao peito, mas sim no coração. Iria olhar para eles todos os dias, iria observa-los e dizer que eles estavam lá, que eles estavam comigo, para mim e só para mim.
  Mas não... Agora não tenho nada. Talvez seja por isso que agora, por não te ter, sinto a tua falta. Talvez seja por te ver com outras pessoas que conheço aquilo que sinto verdadeiramente. Aquilo que eu queria esconder, esconder por causa de um medo que era absurdo e que se apoderou de mim.
  Sim, sou fraca.
  Sou fraca e sofro com isto sempre que te vejo.
  
Não sei quem sou, não sei o que sinto, nem sei o que faço neste mundo.
Tudo o que sei é que preciso de ti,
preciso incondicionalmente da tua presença.
E sei que assim não sou feliz,
e não consigo viver.
                                                                                                                          SaraFitas
(aula de português)

sábado, 6 de novembro de 2010

  Saber distinguir quando um sentimento é verdadeiro? É fácil caros amigos. Verdadeiro é quando ele não diz que estamos bonitas todos os dias, mas sim quando diz que algo está mal e tenta nos ajudar, é quando nos diz acorda e não deixa-a sonhar mais. 
  Altos e baixos terão de existir claro, mas são esses momentos que nos irão fazer pessoas mais fortes. Erros são para ser cometidos, servem para um dia não os repetir e dizer que agora sabemos como agir, e não seremos nós a cair.
  A amizade ajuda-nos com que esses erros não nos abatem tanto assim. Não são para sorrir por uns momentos, mas sim para soltar aquelas gargalhadas que nos põem com dores de barriga, dores essas que sabem tão bem...
  Minha Vanna, és o estereótipo de uma amizade verdadeira, pura e sincera. Obrigada por tudo o que fazes por mim, e por estares sempre ao meu lado.
Amo-te com todas as forças que tenho, preciso e precisarei sempre de ti, porque tu és a minha inspiração, um modelo a seguir. Quero e vou ajudar-te sempre que precisares.
  
  Fazes com que seja forte e com que o meu sorriso faça sentido.
  Obrigada por tudo.
  Amo-te, sempre